Julian acordou com o peso de um braço pesado sobre sua cintura e o calor de um corpo muito maior colado às suas costas.
Por um segundo, ele não soube onde estava. Então a memória da noite anterior voltou como um soco: o ataque, o sequestro, a boca de Vito entre suas pernas, a língua invadindo-o, as marcas roxas que agora cobriam seu pescoço, peito e parte interna das coxas.
Ele tentou se mover. O braço de Vito apertou mais, possessivo.
— Não — murmurou a voz rouca e sonolenta atrás dele. — Você