A sala de reuniões do fundo soberano GlobalNexus, em São Paulo, exalava o cheiro estéril de carpetes caros e intenções predatórias. Helena Duarte estava sentada à mercê de cinco investidores cujos rostos pareciam esculpidos em granito. O projeto da Duarte Phoenix era revolucionário, e era precisamente por isso que eles queriam esquartejá-lo. A proposta sobre a mesa não era de fomento, mas de desmonte: queriam a tecnologia proprietária, queriam o controle das chaves de criptografia e queriam que