Do enorme janelão de vidro erguiam-se os altos prédios, arranha-céus e o tráfego da icônica cidade de Nova York, que brilhava à noite sob as luzes de uma cidade que não dormia e dos carros se deslocando pela autoestrada. Vestido com um caro terno italiano, o magnata estava tomando uma xícara de café árabe enquanto contemplava a fabulosa vista da cidade, um pouco reflexivo.
De pé, com uma mão nos bolsos de sua calça Armani, olhava de tempos em tempos para o relógio em seu pulso, como se temesse