A manhã na Serra da Mantiqueira despertava sob um céu azul e límpido. O ar fresco da montanha trazia o cheiro de café recém-passado e broa de milho assada que subia da cozinha do casarão principal, preenchendo os corredores do Pátio das Hortênsias com uma sensação incomparável de lar.
No comando daquela engrenagem de cuidado e carinho estava Marta. A mulher que no passado limpara as lágrimas de Clara nas noites frias de São Paulo e que acompanhara cada passo de sua reconstrução na serra dividia