Mundo de ficçãoIniciar sessãoA primeira coisa que Elena sentiu naquela noite foi como sua respiração ficou difícil; ela tinha o rosto afundado no travesseiro e a mão pesada de Owen empurrando-a sobre ele. E ela gostou. Em seguida, foram os dedos que afundavam na pele de seus braços até atingir os ossos; ela achou que eles iriam quebrar. E ela gostou.
Ela era viciada em tudo aquilo de que as pessoas fogem: da dor, da humilhação, do desprezo. Ela gozava com aquilo que torce a alma e enegrece o coração. Ele a ouvia, os gemidos, os gritos, mas não eram eles que acendiam seu ritmo ou seu desejo; era o ódio. Em estado puro.
Ela não reclamou quando ele puxou seu cabelo, fazendo seu pescoço dobrar em um ângulo impossível, nem quando todo o seu peso caiu sobre suas costas, comprimindo seu peito. Nem mesmo quando sua boca se fechou sobre um de seus seios, esticando sua pele, a ponto de arranc&aacut







