Na escuridão da floresta, hoje não banhada luar, Soraia continua no galho da árvore – para um
humano ótimo para cãibras – seus olhos repousam fechados e no céu - que não contempla – nuvens negras e densas que antes encobriam o lua, agora se dispersam calmamente enquanto a lua volta a brilhar.
Lágrimas começaram a rolar por seu rosto, mesmo contra sua vontade, e no ar um verso da musica
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