Lorena disse, com um tom indiferente:
— Natacha, não me culpe. Se o seu irmão fosse uma pessoa razoável, que estivesse disposto a deixar ir, eu não tomaria essa atitude.
Natacha ficou confusa ao ouvir isso.
Ela suspirou e respondeu:
— Mas, agora, você fingir estar doente pode até te ajudar a escapar por um tempo, mas meu irmão não vai deixar de ter relações com você para sempre. Afinal, essa doença não é terminal, pode ser tratada. O que você vai fazer depois?
Lorena olhou ela com um olhar frio.