O homem estava parado no corredor, vestindo um terno azul-marinho, a mão direita no bolso, com a mesma arrogância de sempre. O coração de Rosana acelerou involuntariamente, mas ela controlou o nervosismo e se aproximou de Manuel, dizendo:
— Sr. Manuel, o senhor está me procurando por algum motivo?
— Você sabe muito bem. — O olhar de Manuel era afiado, e sua voz, fria. — Você aceitou o dinheiro da minha mãe e bloqueou meu número de telefone. Acha que assim podemos terminar?
Rosana o olhou de esgu