O campus da UCD, naquela manhã, tinha aquele movimento típico do meio da semana que Marjory conhecia de cor: mochilas pelos corredores e o cheiro do café das máquinas do térreo.
Ela atravessou tudo aquilo com uma sensação diferente da habitual.
Não era exatamente leveza.
Mas era algo muito próximo disso.
Como quando se carrega um peso por tempo suficiente para esquecer que ele existe e, de repente, ele já não está mais ali.
Ainda havia sete meses pela frente.
Havia também a manhã que vivera.
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