A morte o espreita

– Lia, tem alguma coisa entre você e o Raphael? – Perguntou Amelia no corredor do hospital.

– Não senhora, a gente é só amigo.

– É uma pena querida, mas ao mesmo tempo fico feliz.

– É uma pena, mas fica feliz?

– Sim, vocês dois dariam um lindo casal. Mas eu não gostaria que o Raphael morresse tão cedo por conta de um filho repentino.

– É só a gente não ter filho dona Amelia.

– Então você quer ter algo com ele?!

– A-ah não, não é isso... Ah você entendeu.

– Te peguei viu. – Amelia piscou para Lia, rindo.

– Agora vai ficar tudo bem não é? – Perguntou Lia se sentando em uma cadeira do corredor.

– Vai querida, vai ficar tudo bem. - Amelia passou a mão em sua cabeça.

– Mas aquela coisa tá lá fora ainda... Na floresta.

– Sim, mas vamos deixar esse problema para mais tarde, o Raphael estando com a gente ele não pode sair da floresta.

– Sim eu sei, mas e se alguém entrar na floresta? Aliá

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