Malu
Naquele momento, eu queria muito parar de sorrir feito uma idiota. Ainda fiquei um tempo encostada na porta, recobrando a consciência de que eu não podia me deixar ser afetada dessa forma pelo Pardal.
— Acho que alguém viu o passarinho verde... — minha sogra me fez sair dos meus devaneios, quando saiu da cozinha, secando as mãos em um pano de pratos.
— Não é nada disso que está pensando. — me recompus e respondi.
— Urrum. Sei... Conheço essa carinha, Malu, não precisa mentir pra mim. A pro