Ele foi até o quarto dela. Darla saiu do banheiro pálida, com as mãos trêmulas, se deitou sentindo fraqueza.
Ele falou a olhando fixamente nos olhos.
— O que você tem?
Ela respondeu com o olhar cético, o encarando profundamente como se tivesse o poder de ler os pensamentos dele.
— Virose. Não se preocupe.
Ele respondeu saindo do quarto, com indiferença.
— Certo.
Deu uma mexida no celular, olhando o calendário, voltou e falou parado na porta do quarto.
— Ô Darla, você já ficou menstruada?
Ela re