— Não vá, mamãe! Espere por mim!
A neve caía durante toda a noite, formando uma camada espessa. Com dificuldade, Diego se levantou da neve, mas a porta da cabine já estava fechada e as hélices do helicóptero começavam a girar.
Diego correu em direção à frente, apesar de ter prometido a Patrícia na noite anterior que ficaria bem, mas no momento da despedida, todo o raciocínio desapareceu, restando apenas o instinto.
Ele era ainda uma criança, uma criança que sempre vivera sem a mãe, e seu rosto m