Patrícia lutou desesperadamente, embora aquele homem a conhecesse muito bem. Como uma serpente imobilizada, ela se sentia profundamente frustrada.
Tinha chegado tão longe, estava tão perto de entrar na Preto X, tão perto de se libertar de Teófilo.
- Não! Eu não quero perder minha memória. Teófilo, não me obrigue a te odiar. O antídoto? Deve existir um, certo?
Patrícia agarrou a gola da camisa de Teófilo, mas o homem, com o rosto manchado de sangue, sorriu de maneira obsessiva.
- Paty, nunca pens