— Jorge, não há necessidade de culpar a Srta. Ivone. Não estou zangado de verdade, então não deixem que minha presença perturbe a harmonia da família de vocês. Vou embora agora.
Teófilo se apressou em dizer:
— Eu te acompanho.
Quando a porta se fechou, Ivone irrompeu em choro estrondoso:
— Pai, mãe, meu irmão me bateu, ele até se atreveu a me bater! Tudo por causa daquela mulher, não a quero mais aqui.
— Se cale. — A voz baixa de Jorge soou, carregada de autoridade.
Ele olhou friamente para Nat