Miguel riu baixinho e, então, abriu os olhos, a puxando para mais perto dele.
O corpo delicado dela estava coberto de marcas de beijos, todas deixadas por ele. Ele estava satisfeito e sorriu para ela, dizendo:
— Vai ter que ir embora agora?
— Sim. Quando eu saí, menti para os seguranças, dizendo que ia comprar remédios para a avó. Preciso voltar e comprar alguns medicamentos.
O telefone ao lado ainda estava tocando. Luiza perguntou:
— Você não vai atender?
— Não quero atender. — Miguel se vir