Clara respirou fundo e sorriu, perguntando:
- Como isso pode acontecer?
Naquele instante, Fernanda já estava auxiliando Paula a se acomodar no lugar principal.
Fernanda lançou um olhar para Bryan e acenou com a cabeça, esboçando um sorriso.
Em relação a Bryan, ela às vezes se sentia constrangida sobre como se dirigir a ele.
Não era como com Marta, cujo relacionamento era tenso; chamá-la de tia fluía naturalmente.
Mas, em relação a Bryan, ela se sentia perdida.
Chamar de pai não parecia correto,