HELENA
Que cena mais ridícula aquela do vaso, eu estava tentando, em vão, não passar mal nessa manhã, e ainda mais : não passar mal na frente de ninguém.
Mas aquele cara tinha que estar lá, ele tinha que estar nos lugares mais improváveis sempre, com aqueles olhos azuis gélidos.
Cheguei no quarto e me concentrei em respirar fundo enquanto uma nova onda de náusea me atingia, e eu não podia vomitar o que não tinha na minha barriga.
Deitei na cama de barriga para cima e olhei pra o teto e com