Entrei no quarto com flores nas mãos e um pequeno ursinho de pelúcia debaixo do braço, sentindo-me estranhamente deslocado naquela cena quase doméstica. O hospital tinha cheiro de antisséptico e silêncio contido, mas eu carregava comigo algo que parecia pertencer a outro mundo… um mundo onde existiam anúncios felizes e risos despreocupados.
Lizzy estava sentada na cama, os cabelos soltos sobre os ombros, o olhar perdido na janela. Quando me viu, franziu o cenho.
— O que você está fazendo, Joã