Entrei no quarto, ansioso por finalmente estar ali; nos últimos dias não foi possível visitá-la, mas, enfim, Estella havia melhorado e saíra da UTI. Aproximei-me do leito, beijei sua testa e, em seguida, seus lábios. Meu coração estava angustiado — já havia perdido a conta de quantas vezes rezei para que ela acordasse bem. Toquei sua barriga, tentando sentir os chutinhos da nossa pequena, que estava agitada demais, como se percebesse que tinha passado por uma situação difícil nas últimas semana