Ele me deitou no sofá com a delicadeza de quem deposita algo precioso, as almofadas afundando sob minhas costas. Posicionou-se entre minhas pernas, os joelhos afundando no estofado, e segurou meus joelhos com as duas mãos, abrindo-os lentamente.
Seu pau estava duro, a cabeça arroxeada e brilhante escorrendo, e quando ele o pressionou contra minha entrada, eu senti o calor irradiar por todo o meu baixo ventre.
— Olha para mim. — Ele pediu, a voz um comando suave, os olhos verdes fixos nos meus.