Pela tarde, alugamos um pequeno veleiro. O vento estava favorável, o mar calmo, o céu azul. Sarah levou champanhe, frutas, uma cesta de piquenique e uma câmera fotográfica.
Navegamos por horas, contornando a costa, observando gaivotas e focas. Sarah se sentou à proa, os cabelos ao vento, e me pediu para fotografá-la.
Eu fotografei. Sorri. Concordei. Mas minha mente estava em outro lugar.
No sonho. Na mulher de cabelos pretos. Na forma como seu rosto se encaixava perfeitamente em minha mão.
Quem