Naquela noite Kai apareceu na varanda sem avisar, o que era o jeito dele de dizer que havia algo que não podia esperar até amanhã.
Sentei no degrau de baixo. Ele ficou de pé por um momento, olhando para a rua, antes de sentar ao meu lado com aquela proximidade de sempre — ombro quase tocando ombro, a fronteira natural entre nós que nunca precisou de mapa.
— Vai fazer a ativação — disse. Não era pergunta.
— Estou pensando.
— Você já decidiu. — Ele me olhou de lado. — Conheço você, Ayla.
Não respo