Permaneço ajoelhada por mais alguns minutos, mantendo aquela conversa silenciosa com Deus, entregando cada fragmento do meu terror e da minha esperança nas mãos d'Ele. Quando finalmente concluo a prece, sinto um alívio sutil, como se o peso esmagador no meu peito se tornasse um pouco mais suportável. Ergo-me devagar, com os joelhos doloridos, e me deito sobre a cama.
A exaustão física e emocional do dia é tão profunda que, no momento em que encosto a cabeça no travesseiro, sou puxada para um so