Alexandria sentiu seu estômago revirar, a sensação era estranha, não sabia que isso era possível, mas sentia como se borboletas batessem asas em seu estômago enquanto encarava, pelo retrovisor, Lukas andar displicente.
Não demorou mais do que cinco minutos e o belga estava de volta com uma bandeja equilibrada nas mãos e um sorriso amarelo de quem está preocupado em derrubar tudo. Alex se esticou, abrindo a porta para ele, que sorriu, dessa vez verdadeiramente, em agradecimento.
— Acho que ele