Quando eu encarei aquele homem vestido de poder e autoconfiança, confesso que estremeci, o olhar dele passava a ideia de altruísmo, o que era muito bom.
Ele esticou a mão para me cumprimentar, e eu percebi que ele estava disposto e aberto a um diálogo amigável.
Eu sabia que nenhum pai merecia levar a culpa pelos atos de seus filhos, mas eu já estava tão cansada de perder, que não vi problema nenhum em negociar com aquele homem.
— Seja bem-vinda ao meu gabinete.
— Obrigada!
— Sente-se por favor.