Quando Bruna abriu a porta, ela vestia apenas um roupão de banho, que estava com a corda frouxa em sua cintura. Eu sorri. Ela sorria com cara de safada. Mordi meus lábios e disse:
– Preciso de um banho primeiro.
– Eu te faço companhia. – Me respondeu enquanto me puxava por uma das mãos.
Realmente seria quase impossível resistir àquele ímã que gritava entre nós, mas Julia tinha razão, talvez aquele fogo todo fosse realmente temporário, pois talvez ela fosse o tipo de bi que não se apaixona por m