[...] — Eu confiei em você. Você é um filho da puta, Mike. [...]
Outro soco.
[...] — Como você pôde tocar nela? Você a acha gostosa é isso? Então eu vou arrancar seus olhos para que eles não possam mais olhar para ela. [...]
Um soco mais forte agora. O sangue jorra da sua cara. Vejo meu presente se assemelhando a um passado nebuloso do qual eu não me orgulho nem um pouco. Penso em parar, mas nem é preciso, porque outro braço me força a sair de cima dele. Viro-me com os punhos cerrados e um olha