198. Sangue mentolado
Ceyas
— Não importa o quanto você tente, não vai ganhar nada com mentiras — profiro para o homem. — Está aqui — digo, apontando para minha cabeça. — Quando mente, eu sei.
— Engraçado, porque não me lembro de você tendo conhecimento dos meus últimos movimentos — fala, com o deboche escorrendo de suas palavras como se fossem uma praga.
“Será que eu poderia fazer ele entender de outra forma?” com esse pensamento em mente, ouço o som de seu osso sendo partido quando desço a lâmina do facão com força