184. Na lua cheia branco é pintado de vermelho
Lugi
— Não queria ficar fedendo a sangue hoje, mas vocês não estão ajudando — falo, percebendo que o número deles não para de aumentar. Podemos matar um, mas surgem três no lugar. Eles não têm medo de perder nada.
Se dispõem a deixar seus companheiros morrerem somente para ter a possibilidade de chegar mais perto da mansão. Embora o seu avanço seja feroz, não deixamos que ganhem território e, pelo que consigo ouvir, as outras partes dela estão sendo bem protegidas.
— Nos dê a criança — demanda o