122. O demônio faminto
Neamir
— Você se sente mais calmo agora? — pergunto, sem tirar os meus olhos dele, embora a mulher ainda tente verificar o que acontece na área em que estamos.
É uma loucura que a sua percepção seja tão boa, no entanto, não tem certeza de nada, porque senão já teríamos entrado em um confronto. A não ser que ela não nos veja como inimigos, porém, pela reação de Ceyas, não acho que a sujeita gostaria de vê-lo.
— Talvez ele não consiga falar — pondera Falout, observando com quanta força estou prend