— Porque eu reconheço essa caligrafia — disse Xavier. — E se eu estiver certo sobre quem a escreveu, nada na sua vida vai parecer o mesmo depois que você ler o que está aí dentro.
Meus dedos se fecharam com mais força ao redor do envelope. — Caligrafia de quem, Xavier?
Ele não respondeu na hora. Atravessou o cômodo e se sentou à minha frente, perto o bastante para que nossos joelhos quase se tocassem, perto o bastante para que eu visse a tensão entalhada em cada linha do rosto dele. Lá fora, o