“Você vem encarando esse teste há cinco minutos.”
A voz de Xavier carregava diversão gentil desde o vão da porta do banheiro, e ergui os olhos do bastãozinho equilibrado na pia, o coração martelando forte demais pra processar direito o que eu estava vendo.
“Estou com medo de realmente ler,” admiti. “E se for negativo? E se a gente vem tentando há dois meses e ainda não é nossa hora?”
“Então continuamos tentando,” disse Xavier simplesmente, atravessando o pequeno banheiro pra ficar ao meu lado.