“Kara. Sou eu. Não desliga.”
A voz do outro lado não era o número desconhecido dessa vez. Era Ashford, a voz áspera, exausta, mas inconfundivelmente viva.
“Onde você está?” Minha mão apertou o telefone com tanta força que meus nós dos dedos doeram.
“Em algum lugar seguro. Não posso dizer mais que isso, não nessa linha.” Uma pausa, e eu o ouvi respirar, firme agora, controlado. “Vi a mensagem. Sei que estão tentando te fazer acreditar que sumi. Não sumi.”
O alívio me atingiu com tanta força que