“Acorda. Você vai perder o nascer do sol.”
A voz de Xavier, suave e quente contra meu ouvido, me puxou devagar pra fora do sono, e pisquei acordando pra encontrá-lo já vestido, sentado na beirada da nossa cama, o sol mal começando a romper dourado no horizonte lá fora, pelas portas abertas da varanda.
“Que horas são?” resmunguei, enterrando o rosto mais fundo no travesseiro.
“Cedo. Vale a pena, prometo.” Ele puxou o cobertor gentilmente pra longe de mim, rindo quando resmunguei em protesto. “Ve