Anos Atrás... no norte
O chão de pedra estava úmido e congelante. O rastro do meu próprio sangue não parava de escorrer pelas correntes de ferro que prendiam meus pulsos à parede escura do calabouço. Eu já havia perdido a noção de quantos dias, meses ou anos haviam se passado naquele inferno... Mas sabia que tinha sido o tempo suficiente para o meu corpo mudar, definhar e se aproximar do limite. “Finalmente vou ter um pouco de alívio... Eu devo realmente morrer em poucos minutos”, Xion pensou,