Mundo de ficçãoIniciar sessãoLarissa
A luz pálida da manhã de Curitiba filtrava-se pelas persianas entreabertas, desenhando listras de ouro sobre o piso de linóleo. Abri os olhos, pesada pelo resquício do sono e pela névoa dos analgésicos, e minha primeira visão foi ele. Gustavo estava ali, esticado no sofá-cama, um gigante tentando caber em um espaço limitado. O rosto estava relaxado, mas as sobrancelhas guardavam um vinco de preocupação, como se, mesmo dormindo, ele estives






