Larissa
O mês de janeiro passou como um sopro.
Tingido por tons de azul-marinho e pelo brilho do sol carioca que entrava pelas janelas do apartamento como se tivesse permissão de ficar. O espaço estava vivo, transbordando uma energia que eu não sentia há muito tempo, daquelas que só existem quando as pessoas certas ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo.
Ter o Pedro, a Luiza e a Ana conosco transformou nossos dias numa celebração constante que eu não havia planejado e que fez bem de um jeito que e