Aquela mão agora esperava.
Ela poderia dizer não.
Ele prometera respeitar.
Talvez por isso, pela primeira vez, dizer sim pareceu uma escolha.
Giulia respirou fundo.
— Pode.
Lorenzo não se moveu imediatamente.
Como se precisasse ter certeza de que ouvira.
Então se levantou devagar e atravessou a distância entre eles. Ajoelhou-se diante da poltrona, não com teatralidade, mas porque assim ficava na altura do ventre dela. A posição fez o coração de Giulia falhar.
Lorenzo Vitale, de joelhos, diante