Francesco olhou para o ventre de Melissa com desdém.
–Eu não fiz nada... ainda, mas obviamente você não pode ter esse bebê, eu já marquei um procedimento e logo será feito–
–O quê? Do que você está falando?–
–Essa criança carrega o sangue daquele homem, o sangue daquela família de criminosos, você não pode tê-lo–
Melissa abraçou seu ventre e recuou.
–Você está louco? Não pode me obrigar a abortar, é o meu filho! MEU! Eu perdi o Gregório, mas não vou perder o nosso filho também, esse bebê é tudo que me restou dele!–
–Por isso mesmo você precisa se livrar dessa criança. Nada de bom pode vir de algo que venha daquele homem, você precisa deixá-lo para trás!–
–NUNCA! Você não pode e não vai me obrigar a nada, eu sou sua irmã, mas não sou sua propriedade! Eu sou maior de idade e posso tomar minhas próprias decisões, e eu não vou ficar aqui com você, eu vou ter o meu filho sozinha!– Melissa gritou com lágrimas rolando por seu rosto, e a mão sobre seu ventre num gesto de proteção.
–Eu vivi