–Do que você está falando?– Melissa perguntou incrédula, olhando para o homem como se estivesse diante de um louco.
–É isso mesmo. Eu sou filho da Francesca, o primeiro filho dela. Eu sou seu irmão, Melissa–
Melissa sentiu tudo ao seu redor girar com aquelas palavras.
"Um irmão? Eu tenho um irmão?"
–Senhorita, por favor, entre no carro. Tenho ordens do senhor Gregório para não permitir que a senhorita converse com estranhos– pediu o motorista/segurança.
–Claro, ele deu essa ordem absurda justamente para que você não soubesse da minha existência. Eu falei com ele, contei quem eu sou. Eu ia contar tudo para você naquele dia no leilão, mas ele me pediu que não o fizesse e...–
–Senhorita, por favor, entre no carro– insistiu o segurança, agora sendo mais invasivo.
Melissa olhou para aquele homem, dividida entre acreditar em seu noivo, no homem que amava, ou em um completo desconhecido na rua. Sem contar que ele poderia ser apenas mais um dos inimigos de Gregório tentando atraí-la para uma