Mundo de ficçãoIniciar sessãoNINA
— NÃO!
Acordo assustada. Sento-me na cama, ofegante. Meu coração está acelerado. Faz muito tempo que não tenho esse sonho que me persegue desde que perdi meu filho. São imagens dele sendo levado por uma mulher, em seguida, seu pequeno e frágil corpo sem vida em um caixão. Encosto-me na cabeceira da cama, tento aplacar minha dor. Um pedaço de mim se foi, a parte mais importante.
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