A ruiva tinha o telefone celular preso entre o ouvido e ombro enquanto picava muito agilmente algo. Sem medir exatamente o tom de voz, havia um grande carinho naquela chamada, e parado gesticulando a todo tempo diante da mãe estava Nicolas.
— Sei, querida — suspirou e mudou o telefone de lado — mas fique tranquila. Não precisa se preocupar, eu estou na casa dele… Humrumm... Não é incomodo, imagina, agradeço, você é sempre tão doce, minha querida... Não precisa mesmo, Hanna, estamos bem. O Nicol