Dimitri se inclinou para trás em sua cadeira de couro, com o telefone celular colado ao ouvido e a testa franzida de frustração. A luz tênue de seu escritório projetava sombras longas nas paredes, fazendo-o parecer ainda mais sinistro.
— E? Já falou? — perguntou, seu tom cortante refletindo sua impaciência.
Do outro lado da linha, um de seus homens hesitou antes de responder. Sabia que Dimitri não tolerava incompetência.
— Ainda não diz nada, chefe. O cara insiste que não sabe nada... Mas pod