Raphael
A madrugada chegou com uma quietude inquietante. Estávamos a caminho do depósito dos Spinelli, nossos veículos cortando as ruas escuras como sombras. Eu estava no carro da frente, com Dante ao meu lado.
— Está pronto para isso? — ele perguntou, quebrando o silêncio.
— Sempre.
Quando chegamos ao local, tudo aconteceu rápido. Os guardas foram neutralizados antes que pudessem dar o alarme, e logo estávamos dentro do depósito. O cheiro de madeira velha e combustível preenchia o ar enquanto