observando ela andar em direção a entrada, ela me vê, não para de andar e me encara, aqueles olhos expressivos, potentes, desafiadores.
Eu idolatrava aquilo nela, não era uma mocinha, não... ela tinha toda uma vibe de menina perversa, e não era sem razão, ela estava sendo moldada, a cada rasteira que levava.
Ela não faz ideia do ninho de cobras em que cresceu, se eu contasse metade, ela já havia desabado.
Uma família podre, que cresceu em cima de sangue inocente, de acordos de casament