Cap.118

Cap.118

O covil estava irreconhecível.

As jaulas de aço ainda estavam lá, as fileiras e fileiras de celas que antes guardavam homens encolhidos, gemidos, desespero. Mas agora, dentro delas, não havia mais prisioneiros.

Havia cães.

Cachorros abandonados de todas as espécies e tamanhos. Vira-latas caramelo, labradores de pelos desgrenhados, pastor alemão mancando, pinscher tremendo no canto. Cada jaula continha um ou dois animais, com tigelas de água e ração, cobertores limpos, brinquedos de borr
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