Mundo ficciónIniciar sesiónSem você, eu não tenho mão para segurar
Corro para casa assim que guardo o celular no bolso, mas não sem antes olhar para trás, procurando por Marco. Ufa, nem sinal dele. O que foi aquilo? Quando foi que ele voltou a falar comigo? É claro que eu estou chateado por ter sido desta forma, humilhando-me e falando coisas horríveis, mas pelo menos ele consegue me olhar nos olhos. E falar coisas horríveis, mas conse