Kael atravessou o portão da fortaleza.
Assim que entrou, as enormes portas de ferro se fecharam atrás dele.
O som ecoou pelos corredores vazios.
Ele não se virou.
— Onde ela está?
O homem que o conduzira até ali caminhava alguns passos à frente.
— Sempre tão impaciente.
Kael segurou o cabo da espada.
— Você tem poucos segundos para começar a falar.
O homem riu.
— Continua igual ao seu pai.
Kael parou.
— Não fale dele.
— Por quê?
Ele se virou lentamente.
— Porque, se quer respostas, precisará ou