A alcateia nunca estivera tão silenciosa.
Os portões permaneciam fechados.
As patrulhas se revezavam a cada duas horas.
Ninguém entrava.
Ninguém saía.
Kael observava tudo da varanda do escritório.
Desde a emboscada, seu lobo não encontrava paz.
E, agora, havia outra sensação.
Algo dizia que o perigo ainda estava dentro da alcateia.
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Victor entrou carregando alguns relatórios.
— Todos os guardas foram interrogados.
Nada.
Kael continuou olhando pela janela.
— E a funcionária?
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